terça-feira, 1 de setembro de 2009

CCR FOCA EM LIQUIDEZ E VALOR PARA ACIONISTAS


A CCR, maior empresa de concessões de rodovias do Brasil em termos de receita, divulgou seus resultados do 2º trimestre de 2009 para os associados da Apimec-MG, em apresentação realizada no final de agosto pelo diretor de Finanças e Relações com Investidores, Arthur Piotto Filho.

A empresa administra 1.571 quilômetros de rodovias em São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná (concessionárias Ponte, Nova Dutra, Via Lagos, Rodo Norte, Auto Ban, Via Oeste e Rodo Anel), com participação nas operadoras de meios eletrônicos de pagamento Sem Parar e Via Fácil. Além disso, na forma de PPP com o governo paulista, participa da Via Quatro, empresa que vai operar a Linha 4 do Metrô de São Paulo, atendendo a cerca de 1 milhão de pessoas. A CCR possui 45% da Controlar, responsável pela inspeção ambiental em toda a frota da cidade de São Paulo.

Segundo Piotto Filho, a CCR obteve significativos resultados no segundo trimestre de 2009, a partir da reversão da tendência de queda do tráfego, que resultou num total
de veículos equivalentes muito próximo do registrado no mesmo período de 2008, quando foi obtida a melhor performance de tráfego consolidado desde que passou a operar as concessões que detém atualmente.

O diretor da CCR disse ainda que os resultados do 2T09 mostram que o modelo de negócios está baseado em ativos com grande resistência a reveses econômicos, seja pelo mix entre veículos leves e comerciais, seja pela diversidade dos produtos transportados. Segundo ele, o controle de custos assume um papel ainda mais crítico em 2009 e, juntamente com a política de preservação da liquidez, possibilita o cumprimento do planejamento previsto sem alterações no foco da criação de valor aos acionistas.

O tráfego nas vias de concessão da CCR cresceu 18,1% no 2T09 e 17,2% no final do primeiro semestre de 2009. Comparando-se a mesma base de tráfego, sem incluir a Renovias e o Rodo Anel, a queda foi de -0,1% no 2T09 e -1,1% no 1S09. O número de usuários da STP (arrecadação eletrônica) expandiu-se em 48,0%, em relação ao 2T08.

A receita líquida alcançou R$ 736,8 milhões (+16,0%) no 2T09 e R$ 1.452,8 milhões (+15,7%) no 1S09. Excluindo-se a Renovias e o Rodo Anel, a receita líquida alcançou R$ 690,1 milhões (+9,7%) no 2T09 e R$ 1.363,4 milhões (+9,1%) no 1S09. O EBIT atingiu R$ 352,1 milhões (+21,5%) no 2T09 e R$ 697,7 milhões (+15,4%) no 1S09. A margem EBIT alcançou 47,8% (+2,2 p.p.) no 2T09 e 48,0% (-0,1 p.p) no 1S09. Excluindo-se a Renovias e Rodo Anel, o EBIT atingiu R$ 336,7 milhões no 2T09 e R$ 670,1 milhões no 1S09.

Já o EBITDA atingiu R$ 466,6 milhões (+23,9%) no 2T09 e R$ 921,4 milhões no 1S09 (+18,3%). A margem EBITDA alcançou 63,3% (+4,0 p.p.) no 2T09 e 63,4% (+1,4 p.p.) no 1S09.Excluindo-sea Renovias e o RodoAnel, o EBITDA atingiu R$ 431,9 milhões no 2T09 e R$ 857,3 milhões no 1S09. O lucro líquido foi R$ 181,9 milhões (+28,2%) no 2T09 e R$ 337,8 milhões (+11,1%) no 1S09. Excluindo-se a Renovias e o Rodo Anel, o lucro líquido atingiu R$ 207,6 milhões no 2T09 e R$ 388,2 milhões no 1S09.

No dia 4 de agosto de 2009, a CCR concluiu a distribuição de sua 5ª emissão de debêntures no total de R$ 598,2 milhões. Como resultado do compromisso de maximizar a distribuição de dividendos, no dia 12 de agosto de 2009 foi aprovada a distribuição de dividendos proposta pela diretoria, no valor de R$ 1,26 por ação, sendo R$ 0,10 referente a 2008, e R$ 1,16 como antecipação do exercício de 2009, totalizando R$ 507,9 milhões a serem distribuídos a partir de 30 de setembro de 2009.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

ROMI NA APIMEC MG PELA PRIMEIRA VEZ


Líder nacional nos mercados de máquinas-ferramenta e máquinas para plásticos, além de importante produtor de fundidos e usinados, a Romi participou, pela primeira vez , no final de agosto de 2009, de uma reunião para apresentação de resultados aos associados e convidados da Apimec-MG, quando foram mostrados um perfil completo da empresa, seus resultados do ano passado e no segundo trimestre de 2009.
Através do diretor de Relações com Investidores, Luiz Cassiano Rosolen, foi informado que a empresa possui nove unidades fabris no Brasil e duas na Itália, além de seis subsidiárias nos EUA, Alemanha, França, Reino Unido, Espanha e Holanda. Essa presença se estende a mais de 60 países, em todos os continentes. Em 79 anos de atividades, foram fabricadas mais de 149 mil máquinas, 20% das quais destinadas à exportação. Os seus produtos atendem ao mercado automobilístico, transportes, geração de energia eólica, agroindústria e indústria de bens de capital.
Ao final do segundo trimestre de 2009, o valor de mercado da Romi estava em R$658 milhões, distribuído em cerca de 75 mil ações ordinárias, 52,41% em free float. O restante do capital é dividido entre a Fênix, holding da Família Romi (36,3%), Romi/Chiti Families (9,2%) e Fundação Romi (1,9%). Segundo Rosolen, a Romi aderiu ao Novo Mercado da Bovespa, posicionando-se no mais alto nível de governança corporativa tendo, inclusive, recebido prêmio do IGC por causa disso.
A Romi fechou o exercício de 2008 com uma receita líquida de R$696,1 milhões. Em comparação ao mesmo período do ano passado, no segundo trimestre de 2009 houve uma queda dessa receita em 41,3%, mas um aumento de 37,4% entre o primeiro e o segundo trimestre do atual exercício, que fechou com um resultado positivo de R$104,1 milhões.
Com relação ao lucro bruto, a margem no 2T09 fechou em 30,0%, contra 33,4% no trimestre anterior e 41,5% no 2T08. Já a margem do EBTIDA ficou em 6,9% no 2T09, -13,1% no 1T09 e 20,7% no 2T08. Com respeito ao lucro líquido, as margens foram: 2T09 (0,5%), 1T09 (-7,8%) e 2T08 (18,5%).
Luiz Rosolen acrescentou que, no segundo trimestre de 2009, a margem Ebitda recuperou 20 pontos percentuais em relação ao 1T09, decorrente dos ajustes operacionais e o efeito da venda dos ativos do Romicron. A Receita Operacional Líquida cresceu 37,4% em relação ao trimestre anterior, decorrente da melhora nas vendas de máquinas-ferramenta e máquinas para plásticos. Além disso, houve crescimento de 11,3% na entrada de pedidos de máquinas sopradoras de plástico no 2T09 em relação ao 2T08, mostrando o acerto da estratégia em agregar esses produtos ao portfólio da empresa.
O diretor da Romi disse ainda que a empresa está, atualmente, focada na prospecção de novas oportunidades de negócio nos mercados em que atua. A estratégia é consolidar sua posição no mercado interno e incrementar as vendas externas, além de ampliar o portfólio de produtos, aumentar a eficiência operacional através da integração das unidades industriais. Outro objetivo é realizar aquisições rentáveis e alianças estratégicas, tudo isso visando crescer mais do que a média do mercado.
Mesmo afetada pela crise mundial, a Romi está com novos investimentos e planos de expansão, destacando-se uma nova fundição e nova usinagem de peças fundidas (Projeto Vulcano) em Santa Bárbara do Oeste (SP), que iniciou sua produção em 2008 com 10 mil toneladas e terá capacidade final de 40 mil toneladas em 2011, representando um investimento final de R$250 milhões. Outro investimento é o Projeto Paradiso, cujas fases de infraestrutura, instalação de máquinas pesadas, prédio de logística e unidade ambiental já estão concluídas.

26/08/2009

terça-feira, 25 de agosto de 2009

SOUZA CRUZ: LUCRO LÍQUIDO CRESCE 65% EM 2009


A Souza Cruz apresentou, no primeiro semestre de 2009, um lucro líquido de R$922 milhões, representando um crescimento de 65% com relação a idêntico período do ano passado, segundo informou o gerente de Relações com Investidores da companhia, Ricardo Mares Guia, em apresentação para associados da Apimec-MG e convidados realizada nesta terça-feira (25/08/09), em Belo Horizonte. Ele acrescentou que a empresa registrou um lucro operacional de R$1,1 bilhão, 55% superior ao do primeiro semestre de 2008.
Depois de fazer uma panorâmica sobre a empresa, o mercado brasileiro de cigarros e de fumo, o perfil e comportamento dos consumidores dos seus produtos, o representante da Souza Cruz destacou que a empresa teve reduzida sua participação no market share do segmento em 0,1%, devida, principalmente, ao movimento de preços das suas marcas e à concorrência ilegal, já que, no Brasil, as vendas de produtos contrabandeados cresceram 2,5% na comparação com o primeiro semestre de 2008.
Com relação às margens operacional e Ebitda, o crescimento foi, respectivamente, de 41,5% e 38,6% no final do primeiro semestre de 2009, tendo as cotações das ações da Souza Cruz apresentado uma variação positiva de 22,1% na comparação com igual período do ano anterior, enquanto o índice Bovespa caiu 20,8%. No dia 14 de agosto passado, o valor de mercado da empresa chegou R$17,9 bilhões, superior aos R$13,5 bilhões do final de 2008.
As ações na área de marketing, englobando as ações de comunicação, e na gestão estratégica de distribuição e pessoal, foram destacadas pelo diretor Financeiro e de Relações com Investidores, Luiz Rapparini, como as principais razões do bom desempenho apresentado pela Souza Cruz. Respondendo a questões levantadas pelos participantes da apresentação, ele afirmou que a empresa não possui um plano B para evitar as crescentes restrições anti-fumo, não estando prevista qualquer iniciativa para diversificar a linha de produtos da empresa, que continuará focada na industrialização de cigarros e exportação de fumo.
Essa estratégia se baseia em informações que apontam para o constante crescimento do número de fumantes, associado ao aumento populacional, e à venda de produtos com maior valor agregado, como as marcas premium, cuja fatia no conjunto dos produtos da Souza Cruz deverá aumentar em razão da migração dos consumidores de marcas mais baratas, motivada pelo crescimento da renda da população. Outro fator apontado foi o desenvolvimento de produtos menos nocivos e que poderão ser consumidos em ambientes fechados.
Com relação a informações divulgadas na imprensa sobre um possível fechamento do capital da Souza Cruz, Rapparini comentou que o controlador da empresa, a British American Tobacco, não pensa no momento em realizar oferta de compra de ações em poder de minoritários, não descartando, no entanto, que isso poderá ser feito futuramente, se for julgado estrategicamente relevante.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

TRACTEBEL AUMENTA VENDAS NO SEGUNDO TRIMESTRE DE 2009


Em apresentação para os associados da Apimec MG, dia 12/08/2009, o representante da área de Relações com Investidores da Tractebel Energia, Rafael Bosio, informou que a empresa aumentou suas vendas em 1,3% com relação a igual período do ano passado, chegando a 7.585 GWh.
Já o preço dos contratos de venda, líquido de impostos e exportações, atingiu a R$109,23 por MWh, 10,8% superior ao preço médio do mesmo período, refletindo o reajuste nos contratos existentes, principalmente com os consumidores livres.
A Tractebel fechou o segundo trimestre com lucro líquido de R$ 263,3 milhões, umaalta de 20% em relação ao igual período do ano passado. Nos seis primeiros meses do ano, o ganho ficou em R$ 497,2 milhões, uma queda de 18,6% frente aos R$ 610,8 milhões do primeiro semestre do ano passado.
A receita operacional líquida foi de R$ 835,6 milhões entre abril e junho deste ano, uma alta de 8,1% em relação aos R$ 772,9 milhões de igual período do ano passado. Entre janeiro e junho, a receita líquida totalizou R$ 1,695 bilhão, resultado 1,7% menor que os R$ 1,724 bilhão dos seis primeiros meses do ano passado.

Já o lucro antes de juros, impostos, depreciações de amortizações (Ebitda) ficou em R$ 526,9 milhões no primeiro trimestre, um crescimento de 20,2% em relação aos R$ 438,2 milhões do período abril-junho do ano passado. No primeiro semestre, o Ebitda ficou em R$ 996,1 milhões, uma queda de 11,6% em relação aos R$ 1,126 bilhão dos seis primeiros meses de 2008.
O Conselho de Administração da Companhia aprovou a distribuição de R$348 milhões sob a forma de dividendos com base no resultados dos seis primeiros meses de 2009, o que corresponde a 70% do lucro líquido. Para este ano está mantida a expectativa de 55% para o payout.

A Tractebel Energia é a maior geradora privada de energia do Brasil, com capacidade instalada de 6.432 MW e operações em um parque gerador de 7.491 MW, composto por oito hidrelétricas, seis termelétricas e cinco usinas de fontes complementares, além de duas hidrelétricas exploradas por meio de consórcios com outras empresas. A empresa possui ainda três projetos em construção, a hidrelétrica de Estreito, a termelétrica de Andrade e a PCH de Areia Branca, que juntas totalizam capacidade instalada de 1.140 MW.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Apimec premia destaques do mercado de capitais


Foram escolhidos os vencedores da 36ª. edição do Prêmio APIMEC (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais), dentre os profissionais, empresas e veículos de comunicação que mais se destacaram com suas atividades para o desenvolvimento do setor no ano passado.
Na categoria Profissional de Investimento o vencedor foi Paulo Ângelo Carvalho de Souza, engenheiro com especialização nas áreas de economia e finanças, diretor superintendente da Magnus (fundo de pensão da Magnesita) e ex-dirigente da Apimec-MG, da Apimec Nacional e de diversas outras entidades ligadas às áreas de previdência privada e de investimentos.
A Cemig ganhou na categoria Empresa de Capital Aberto, por sua eficiência no relacionamento com seus investidores e presteza no envio de informações à CVM. Além disso, a energética mineira foi reconhecida pela sua governança corporativa, qualidade e precisão das informações divulgadas ao mercado de capitais, através de relatórios da administração, balanços e ações de sustentabilidade empresarial, especialmente as políticas sociambientais.
Coerente com tudo isso, o vencedor da categoria Profissional de RI também veio da Cemig: o diretor de Finanças, Relações com Investidores e Controle de Participações Luiz Fernando Rolla, na empresa desde 1974, onde também atuou na área de programação e controle financeiro. Foi responsável pela implantação de ADR níveis I e II na Bolsa de Valores de Nova York e pelo nível I de governança na Bovespa. Já recebeu o Prêmio Apimec por diversas outras vezes.
Na Categoria Veículo de Comunicação do Ano foi escolhido o jornal Valor Econômico, um dos principais responsáveis pela repercussão de notícias sobre o mercado de capitais e o setor econômico-financeiro do Brasil e do exterior. Pela qualidade das informações que divulga, contribui para que o setor representado pela Apimec possa ser visto com toda transparência pela sociedade.
O Prêmio Apimec/2008 será entregue aos vencedores em evento programado para o mês de outubro próximo, em Fortaleza (CE).

LUCRO DA EMBRAER AUMENTA 31% NO SEGUNDO TRIMESTRE DE 2009


O lucro líquido consolidado da Embraer alcançou R$ 466,9 milhões no trimestre de abril e junho, o que representa aumento de 31% em relação ao mesmo período de 2008, quando o ganho líquido da fabricante de aviões foi de R$ 356,4 milhões. No período semestral, o lucro líquido ficou praticamente estável, em R$ 505,1 milhões, ante os R$ 508,5 milhões de um ano antes.

Essas informações foram apresentadas aos associados da Apimec-MG pelo diretor de Mercado de Capitais e Relações com Investidores da empresa, Carlos Camargo, em reunião realizada dia 6 de agosto, em que esteve acompanhada por Caio Pinez, Assessor de RI. Segundo ele, a receita líquida com vendas totalizou R$ 3,019 bilhões no trimestre, ante os R$ 2,707 bilhões apurados entre abril e junho de 2008, uma alta de 11,5%. Segundo a empresa, isso se deveu em grande parte à variação cambial.
Já a margem bruta subiu de 20,9% para 22,1% no período em análise, por conta do "ajuste no custo de mão-de-obra direta realizado no primeiro trimestre de 2009", com demissão de mais de 4 mil funcionários, e por ganhos de produtividade. Houve redução de 12,4% nas despesas operacionais da companhia, para R$ 265,4 milhões.

O lucro operacional avançou 52%, para R$ 400,3 milhões no segundo trimestre, tendo somado R$ 509,5 milhões no semestre, valor 28,5% maior do que o apurado na primeira metade de 2008. A empresa reportou ainda estoques contabilizados de R$ 6 bilhões, com redução de 20,7% em relação ao primeiro trimestre deste ano, devido ao aumento do número de entregas e redução de partes e matérias-primas.

A companhia encerrou o trimestre com caixa de R$ 3,648 bilhões e endividamento bancário de R$ 3,578 bilhões.No final de junho, a carteira de pedidos firmes da empresa alcançou US$ 19,8 bilhões. O valor é praticamente o mesmo do primeiro trimestre deste ano (US$ 19,7 bilhões) e inferior aos US$ 20,7 contabilizados um ano antes.

No trimestre, foram entregues 56 aeronaves, incluindo 35 jatos para o setor de aviação comercial, 19 para o segmento de aviação executiva e dois para a área de defesa. Foram quatro aviões a mais do que o total entregue no mesmo trimestre do ano passado. Até junho, os pedidos em carteira da empresa somavam 340 unidades.

domingo, 21 de junho de 2009

Itaú Unibanco tem lucro de R$2 bilhões



No primeiro trimestre de 2009, o lucro líquido do Itaú Unibanco foi de R$2 bilhões, com rentabilidade anualizada de 18,2% sobre o patrimônio líquido médio (recursos próprios). A informação foi prestada pelo diretor de Relações com Investidores do banco, Alfredo Setubal, aos associados da Apimec-MG que participaram da apresentação promovida pela associação dia 18/06/09, em Belo Horizonte.
De acordo com Setubal, o lucro líquido recorrente (que exclui operações extraordinárias) nesse período alcançou R$2,6 bilhões, com rentabilidade de 23,1% ao ano. Já os ativos consolidados do banco atingiram R$618,9 bilhões ao final do primeiro trimestre. A carteira de crédito – incluindo avais e fianças – teve crescimento de 25,1%, chegando a R$272,7 bilhões, quando comparada a 31 de março do ano passado.

DESEMPENHO
Segundo relatou o diretor do Itaú Unibanco, a crise financeira internacional e a queda nos índices das bolsas de valores em todo o mundo afetaram o desempenho das ações da instituição. As cotações das ações preferenciais diminuíram 18,3%, enquanto o Ibovespa caiu 32,1% no mesmo período.
Ele ainda incluiu entre os destaques do primeiro trimestre de 2009 a aprovação pelo Banco Central da associação entre o Itaú e o Unibanco, tornando a instituição resultante o maior banco privado do hemisfério sul. Nesse período foram unificadas as ações dos dois bancos em todas as bolsas de valores em que são negociadas, além de interligados os caixas eletrônicos e integrados os segmentos corporate, banco de investimentos e tesouraria.
Ou dado importante informado foi o saldo da carteira de crédito Itaú Unibanco, que somou R$272,7 bilhões, crescendo 25,1% em relação a março de 2008. No final do primeiro trimestre de 2009, o saldo de provisão adicional chegou a R$7,25 bilhões para fazer frente ao risco da carteira de crédito das pequenas e médias empresas, provocado pela retração da economia.
Alfredo Setubal ressaltou a preocupação do banco com a governança corporativa, mantendo seu compromisso com a sustentabilidade em todos os níveis decisórios, do Conselho de Administração até o nível gerencial. Após detalhar a estrutura organizacional do Itaú Unibanco, informou que a instituição contava com 106 mil empregados no final de março passado, representando um total de R$2,4 bilhões em despesas com remuneração fixa, encargos e benefícios.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

CIA. PROVIDÊNCIA PELA PRIMEIRA VEZ NA APIMEC-MG



Líder na fabricação e comercialização na América Latina de um insumo básico para a produção de fraldas, móveis e produtos médicos descartáveis - os tecidos não tecidos -, a Cia. Providência esteve presente pela primeira vez numa apresentação da Apimec-Mg, anunciando seus resultados do primeiro trimestre de 2009, em que sua receita líquida cresceu 12,5% em comparação a igual período do ano passado.

O diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Companhia, Eduardo Feldmann, informou aos analistas mineiros que os resultados divulgados incluem as subsidiárias Providência USA Inc. e Isofilme, e que, no 4T08 e 1T09, os números não contemplaram as operações da divisão de Tubos e Conexões, alienada no início de outubro de 2008.

FATURAMENTO E VENDAS
A empresa, que tem sede e fábrica no Paraná e planta industrial no Sul de Minas, faturou R$ 100,1 milhões nos três primeiros meses de 2009, uma redução de R$ 14,3 milhões em relação ao faturamento total no 1T08, quando ainda contava com a Divisão de Tubos, que respondeu por R$ 23,4 milhões nesse período.

O volume de vendas somou 14,8 mil toneladas, uma redução de 2,0% em comparação à divisão de Não Tecidos no 1T08. O Ebitda Ajustado totalizou R$ 31,5 milhões no 1T09, 25,1% superior em igual período de 2008, devido, basicamente, à redução de custos e despesas promovida pela companhia, de aproximadamente 43,5%. A Margem Ebitda Ajustado atingiu 31,5%, aumento de 5,2 p.p em relação ao 4T08, referindo-se somente à Divisão Não Tecidos.

A Cia. Providência apresentou lucro líquido de R$ 10,9 milhões no 1T09, 21,6% superior ao mesmo período do ano anterior e 42,5% menor que no 4T08, trimestre em que foi registrado o resultado da venda da divisão de Tubos e Conexões. O resultado financeiro no 1T09 foi negativo em R$ 5,6 milhões. As vendas no mercado externo totalizaram R$ 46,4 milhões, o que representou um incremento de 7,9% quando comparadas com os R$ 42,9 milhões do 1T08.

Comparativamente ao resultado financeiro líquido no 4T08, que foi negativo em R$ 27,0 milhões, houve uma redução diretamente relacionada à desvalorização do real frente ao dólar ocorrida no final do terceiro trimestre de 2008. O impacto das atuais oscilações nas cotações da moeda norte americana sobre o endividamento foi parcialmente reduzido pela carteira de clientes em moeda estrangeira.

Os destaques operacionais do 1T09 foram: redução em 28,7% dos custos de produtos vendidos; aproveitamento de benefício governamental, que estancou o aumento de créditos fiscais, em grande parte gerados na aquisição de matéria-prima para produtos destinados à exportação; continuidade dos projetos de expansão da capacidade de produção das especialidades de descartáveis higiênicos.

A expansão das atividades da empresa prevêem projetos de produção de especialidades em descartáveis higiênicos em fase final de conclusão, com incremento de 70% na capacidade de produção dessa linha. Quando estes projetos operarem a plena capacidade poderão responder por até 18% da capacidade de produção total.

NOTA: A versão completa da apresentação da Cia. Providência está no site www.apimecmg.com.br

terça-feira, 9 de junho de 2009

CRESCE A RECEITA LÍQUIDA DA COPASA


A Copasa – Cia. de Saneamento Básico de Minas Gerais anunciou seus resultados do primeiro trimestre de 2009 em apresentação feita em maio aos associados da Apimec-MG e convidados, com destaque para o aumento de 15,1% em sua receita líquida. As informações financeiras e operacionais sobre o desempenho da companhia foram divulgadas pelo diretor de Finanças e Relações com o Mercado, Ricardo Augusto Campos.
Já o lucro líquido foi de R$133 milhões no 1T09, aumento de 52,7% em relação aos R$87 milhões registrados no 1T08. O EBITDA no trimestre foi de R$251 milhões contra R$191 milhões no 1T08, com margem de 45,5%, tendo os investimentos no trimestre somado R$181 milhões. De acordo com a atual política de dividendos da companhia, a primeira distribuição de lucros do exercício de 2009 somou R$37,2 milhões (R$0,32 por ação).

EXPANSÃO
Segundo Campos, a Copasa tem ampliado sua atuação em Minas Gerais, tendo assumido no primeiro trimestre deste ano as concessões de serviços de esgoto nas cidades de Arceburgo e Santos Dumont, que somam uma população de 51.288 habitantes. Foram renovadas também as concessões dos serviços de água dessas cidades e da cidade de São Pedro da União por 30 anos. Santos Dumont faz parte do grupo de 51 cidades com população maior que 15 mil habitantes nas quais a empresa detém apenas a concessão de água e tem como meta, até 2010, assumir a concessão dos serviços de esgotamento sanitário.
No primeiro trimestre deste ano, a empresa também iniciou a operação de serviços de água na cidade de Goianá (2.725 habitantes) e a operação de serviços de esgoto em Ipuiúna (6.257 habitantes). A Copasa possuía, em 31/03/2009, 611 concessões de serviços de água e 194 concessões de serviços de esgoto. Com isso, a população beneficiada com os serviços de abastecimento de água aumentou em 376 mil pessoas no período de março de 2008 e março de 2009, atingindo 12,5 milhões.
Em relação aos municípios atendidos com os serviços de água, o número que era 597 em março de 2008 passou para 601 no fechamento do 1T09. Quanto às ligações de água, houve um acréscimo de 91 mil ligações, totalizando 3,3 milhões, representando um aumento de 2,8% comparativamente ao 1T08. A rede de distribuição de água foi ampliada em 782 km, chegando a 40.819 km, com incremento de 2,0% em relação ao 1T08 (40.037 km).
Os sistemas de esgotamento sanitário apresentaram um avanço maior, tendo o número de municípios atendidos passado de 108, em março/08, para 142 em março/09. O número de pessoas atendidas apresentou incremento de 12,2%, passando para 7,1 milhões no 1T09 (6,3 milhões no 1T08). Esse atendimento é realizado por meio de 1,72 milhão de ligações de esgoto (1,54 milhão em março de 2008), o que representou um aumento de 11,6% correspondendo a mais 179 mil ligações.
O volume faturado de água cresceu 1,7 milhão de m³ (1,2%) e o de esgoto 4,7 milhões de m³ (5,9%), em relação ao 1T08. O volume faturado total de água e esgoto no 1T09 aumentou 2,8% em relação ao 1T08. Em relação aos indicadores de desempenho operacional, destacam-se o aumento da produtividade de pessoal e a redução do indicador Água não Convertida em Receita, diferença entre o volume distribuído e o efetivamente faturado.
Segundo o diretor Ricardo Campos, as perspectivas para os anos de 2009 e 2010 do plano de expansão e à consolidação das atividades em Minas Gerais são promissoras, por serem os primeiros anos das novas administrações municipais. Para isso, disse, estão assegurados financiamentos de R$1,15 bilhão junto ao FGTS e BNDES.

NOTA: As informações completas da apresentação da COPASA podem ser acessadas no site www.apimecmg.com.br

segunda-feira, 8 de junho de 2009

SUL AMÉRICA RECUPERA LUCRATIVIDADE


Com um crescimento de 18,5% no primeiro trimestre deste ano, em relação ao último trimestre do ano passado, a Sul América Seguros recuperou seu desempenho e chegou a um lucro líquido de R$104,3 milhões. A informação foi dada em apresentação aos associados da Apimec-MG por Arthur d’Amoed Neto, vice-presidente Corporativo e de Relações com Investidores. Mesmo com o bom resultado, ele foi 12,2% menor em relação aos três primeiros meses de 2008.
De acordo com o dirigente, a rentabilidade anualizada do patrimônio atingiu
17,8% no primeiro trimestre, com os prêmios de seguros tendo sido incrementados 9,5% em relação ao 1T08, mas com queda de 1,6% relativo ao último trimestre do ano passado, totalizando R$2,0 bilhões. Já o seguro saúde cresceu 10,0% no 1T09, em relação ao mesmo período de 2008, com a carteira de saúde grupal crescendo 15,8%, representando uma queda de 0,5% em relação ao final do exercício anterior.

DESTAQUES
Um destaque apresentado pela Sul América foi o aumento das suas operações junto ao segmento de pequenas e médias empresas, que aumentou 15,0%. O segmento seguros de automóveis crescem 10,5% no 1T09 em relação ao 1T08 (queda de 2,2% em
relação ao 4T08), tendo a frota segurada alcançado 1,9 milhão de veículos. Com relação aos seguros de pessoas, o crescimento foi de 11,4% no 1T09 em relação ao 1T08 (queda de 7,1% em relação ao 4T08).
Segundo o vice-presidente da empresa, a Sul América encerrou o primeiro trimestre de 2009 alcançando R$2,0 bilhões em prêmios de seguros, com crescimento de 9,5% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. O lucro líquido foi de R$104,3 milhões, com redução de 12,2% em relação ao primeiro trimestre de 2008 e o retorno do patrimônio líquido anualizado foi de 17,8%.
Disse ainda que a companhia continua registrando importante crescimento de prêmios, mesmo observadas as condições macroeconômicas adversas pelas quais o país vem passando desde meados do segundo semestre de 2008. Esse fato ajuda a
confirmar o comportamento anticíclico de suas principais carteiras e o potencial da indústria de seguros devido às baixas taxas de penetração ainda observadas em alguns segmentos.
No seguro saúde, acentuou o dirigente, a instabilidade que ocorreu ao longo do trimestre não afetou o crescimento de prêmios e de beneficiários, mas contribuiu para o aumento na sinistralidade, acarretando elevação no índice geral da SulAmérica, que encerrou o trimestre em 72,3%. Já os seguros de automóveis e de pessoas mantiveram elevadas taxas de crescimento. O índice combinado foi de 97,9% no 1T09, com aumento de 2,6% em relação ao 1T08 e queda de 0,7 p.p. sobre o 4T08.
O comportamento no trimestre foi em linha com o aumento da sinistralidade, parcialmente compensado pela redução das despesas administrativas, reforçando o compromisso da companhia com a rentabilidade. Os investimentos (aplicações financeiras) totalizaram R$6,2 bilhões no 1T09 e produziram um resultado de R$183,5 milhões, com rentabilidade equivalente a 108,1% do CDI.

NOVOS INVESTIMENTOS
Outro segmento que tem merecido atenção da Sul América é o de planos odontológicos, que encerrou o 1T09 com 113.926 membros, apresentando crescimento de 28,0% no período. A companhia tem investido no crescimento orgânico dessa carteira, promovendo campanhas promocionais dirigidas aos corretores de seguros que operam no segmento, além de identificar oportunidades de vendas cruzadas em sua base de segurados de saúde.
A companhia tem aumentado seus investimentos na área de atendimento e sua preocupação com questões ambientais, como, por exemplo, através do lançamento de um novo sistema que utiliza tinta à base d'água na reparação dos veículos na rede de oficinas credenciadas, reduzindo em 90% a emissão de solventes.
O resultado das operações de previdência registrou queda de R$13,9 milhões no 1T09 em relação ao 1T08. Essa queda é explicada pela reavaliação atuarial das reservas dos planos de sobrevivência, em função da mudança da expectativa de vida dos participantes do grupo.
Em maio, a Fitch Ratings atribuiu o rating nacional de longo prazo “AA-(bra)” para a Sul América S/A, com perspectiva estável, na primeira avaliação em escala local. A agência reafirmou o rating da companhia em moeda estrangeira em “BB”, também com perspectiva estável. A marca da SulAmérica valorizou-se 6% em 2008 em relação a 2007, segundo estudo realizado pela Brand Finance, que relaciona as 100 marcas mais valorizadas do Brasil.

OBS: As informações completas sobre a apresentação da Sul América podem ser obtidas no site www.apimecmg.com.br

quinta-feira, 4 de junho de 2009

PETROBRÁS TEM LUCRO DE R$5,8 BILHÕES


A Petrobrás teve um excelente resultado financeiro no primeiro trimestre deste ano (R$5,8 bilhões), apesar da queda de 55% do preço médio do petróleo e da redução da demanda interna. Isso foi compensado pelo crescimento da produção, pela manutenção do preço da gasolina, diesel e GLP no mercado brasileiro e também pela redução de custos operacionais, que deve continuar nos próximos meses.
A informação foi prestada por Bianca Patrocínio, gerente de Relacionamento com Investidores da empresa, em apresentação realizada em 19/05/09 para os associados da Apimec-MG e convidados. Ela destacou que a companhia apresentou, no primeiro trimestre de 2009, um crescimento de 7% na sua produção de óleo e gás, comparando com o mesmo período do ano anterior, com o início da operação de três novas plataformas.

INVESTIMENTOS
Segundo a gerente de RI, apesar da redução do preço do petróleo, as margens bruta, operacional e líquida se mantiveram estáveis. O lucro operacional teve 117% de aumento, passando de R$4,7 bilhões no 4T08 para R$10,2 bilhões no 1T09. A receita líquida caiu por causa dos preços da exportação e dos produtos vendidos no mercado interno. Essa queda foi compensada pelo fato da Petrobrás ter pagado menos pelo óleo importado e também reduzido custos operacionais. O lucro líquido foi reduzido de quase R$ 6,2 bilhões para R$ 5,8 bilhões, uma queda de 6% em relação ao 4T08.
A Petrobrás aumentou em 41% os seus investimentos em relação ao primeiro trimestre do ano passado, chegando a R$14,3 bilhões no 1T09. Esses investimentos foram suportados por uma forte geração de caixa (EBITDA), que atingiu a R$13,4 bilhões. No primeiro trimestre deste ano, os ativos da companhia tiveram valorização de 27,3%, atingindo a R$285,1 bilhões.
Bianca Patrocínio ainda destacou que houve um recorde de produção superior à meta prevista para o ano (2,05 milhões de barris). Disse que a tendência é de aumento de mais 360.000 barris/dia nos próximos períodos, através das três plataformas que entraram em operação recentemente. Duas novas plataformas deverão iniciar sua produção no segundo e no terceiro trimestre de 2009.
Com relação ao campo de Tupi (pré-sal), foi iniciado o teste de longa duração num dos poços a fim de coletar informações para avaliar a sua capacidade produtiva. Oito novas descobertas foram feitas nos últimos dois anos na região do pós-sal da costa brasileira.
O balanço exportação/importação melhorou em termos físicos, saindo de 7.000 barris negativo para um balanço positivo de 100.000 barris exportados, com tendência a aumentar. Financeiramente, havia um déficit de R$775 milhões, que caiu para R$150 milhões, referente à importação de óleo diesel para uso térmico.

(Obs: a íntegra da apresentação da Petrobrás pode ser obtida no site www.apimecmg.com.br)

quarta-feira, 6 de maio de 2009

LOCALIZA FOCA NO “CORE BUSINESS”


“Nosso ‘core business’ é alugar carros e vamos focar nisso para obter a melhor rentabilidade possível nos nossos negócios em 2009, ao lado de outras atitudes gerenciais e sem perder as oportunidades que surgirem. Depois de passar 10 anos com seus preços congelados, a empresa fez reajustes e buscará fortalecer sua solidez financeira, com redução do endividamento líquido”.
Essas afirmaçoes são do diretor de Relações com Investidores da Localiza, em reunião com associados da Apimec-MG e convidados para apresentar o desempenho da empresa no primeiro trimestre deste ano, com presença ainda do responsável pela área de RI, Silvio Guerra..
Segundo Roberto Mendes, a Localiza apresentou, no 1º trimestre de 2009, um lucro líquido de R$30,2 milhões contra R$53,5 milhões em igual período do exercício anterior. Essa redução de 43,6% foi atribuída à queda nos preços dos carros usados e ao aumento das despesas financeiras. Com o crescimento do aluguel de frotas, já registrado no primeiro trimestre deste ano (25,8%), a empresa acredita que as atuais condições de mercado vão permitir uma recuperação ao longo do ano.

GERAÇÃO DE CAIXA
O diretor da Localiza disse ainda que, com a esperada forte redução do CDI nos próximos meses, os indicadores de endividamento devem melhorar muito, permitindo uma folga que será usada para reduzir as dívidas com os bancos e com as montadoras. A empresa baseará sua estratégia este ano também na manutenção da atual frota, continuando com a suspensão da compra de novos veículos, iniciada no final de 2008, mantendo a taxa de utilização em 72%.
Outro objetivo é aumentar o volume da atividade de aluguel de carros e da venda de semi-novos comprados com redução do IPI. Outra idéia é ocupar os espaços que serão deixados com a possibilidade da saída de concorrentes, que devem ter sérios problemas para se manter no mercado em razão da conjuntura econômica. Isso, ao lado de atitudes como postergação de investimentos e forte economia financeira, deve se refletir na melhora da performance da empresa, acrescentou Roberto Mendes.
Segundo ele, outras estratégias também deverão ser colocadas em prática, como a colocação de debêntures no mercado e aumento da publicidade, com base no forte posicionamento e credibilidade que a marca Localiza tem no mercado. O nicho de aluguel de frotas de veículos a empresas, que hoje significa 80% dos negócios, deverá ser mais explorado e gerar novos contratos, compensando as perdas ocorridas no primeiro trimestre de 2009.