quinta-feira, 29 de maio de 2008

Investment Grade

A agência de classificação de risco Fitch Ratings elevou nesta quinta-feira (29/05) o rating do Brasil para Investment Grade. Os motivos, segundo a agência, são a maior previsibilidade das políticas macroeconômicas, melhora estrutural da arrecadação pública, melhora no tamanho e qualidade da dívida pública e uma situação mais favorável nas contas externas.

Na opinião do presidente da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimentos do Mercado de Capitais em Minas Gerais (Apimec-MG), Paulo Ângelo Carvalho de Souza, a Fitch confirmou e referendou o procedimento da Standat&Poors, demonstrando o bom nível e o ótimo momento da economia brasileira. Fica assim reforçada a expectativa de que a economia brasileira parece estar, sem dúvida, percorrendo o inicio ciclo virtuoso de crescimento. Espera-se, agora, que as autoridades públicas reforcem a política de ajustes pelas quais o país ainda tem que passar.

O mercado também espera agora a elevação da nota pela agência Moody's, que seria a última entre as três principais empresas de classificação de risco do mundo a elevar o rating do Brasil.

* Paulo Ângelo Carvalho de Souza - Presidente da Apimec-MG


segunda-feira, 26 de maio de 2008

Apimec-MG cobra rigor da CVM no caso BB/Nossa Caixa

A mídia noticiou com grande destaque, no dia 21 de maio (quarta-feira), possível compra da Nossa Caixa pelo Banco do Brasil.

Na semana em questão, 19/05 a 23/05, com o feriado de quinta feira, as ações da NOSSA CAIXA foram negociadas de acordo com o seguinte resumo:

Na quarta feira usual 994 negócios ao preço de R$ 27,60, ao passo que na sexta feira (espremida num feriado) o número de negócios “pula” para 4.824, fechando R$ 36,30, com uma alta de 31,52%.

Há algumas semanas o Mercado assistiu perplexo, o anuncio feito pela ANP – Agencia Nacional de Petróleo de bombásticas descobertas na bacia de Santos que provocaram enormes especulações com os papéis da Petrobrás. Esses anúncios precisam ser feitos, mas há que se ter cautela para que tais informações sejam passadas com clareza e precisão e apos o pregão da Bolsa.

A história, agora, repete-se com ações da Nossa Caixa. Em ambas as situações, esperava-se e espera-se maior rigor da CVM.

A CVM – Comissão de Valores Mobiliários tem sido diligente, presente e tem sempre agido em defesa de maior transparência e respeito aos aspectos legais. Agindo assim, a CVM tem conquistado a confiança e o respeito dos investidores. O fato de instituições públicas estarem envolvidas é um motivo a mais para que a CVM aja com total rigor.

Transparência, seriedade e respeito às questões legais é que tem dado destaque ao Mercado Brasileiro e não se pode admitir postura diferente.

O Mercado e os investidores confiam na ação eficaz da CVM e, assim, mantêm-se na expectativa e na vigília.


* Paulo Ângelo Carvalho de Souza - Presidente da Apimec-MG


sábado, 24 de maio de 2008

Interiorização

A Apimec-MG concentra esforços para promover o encontro entre companhias e investidores nas principais cidades-pólo de Minas Gerais. O resultado tem sido positivo. Em Juiz de Fora, na Zona da Mata, estão previstas reuniões com o Banco Itaú (28/05) e Banco do Brasil (09/06). As duas instituições financeiras também se encontrarão com investidores de Uberlândia, nos dias 10/06 e 06/06, respectivamente. Mais informações pelo telefone 31.3213-0693.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Magnesita Transparente

A Magnesita Refratários, líder no setor no Brasil e América do Sul, encontra-se com investidores mineiros em evento promovido pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimentos do Mercado de Capitais de Minas Gerais (Apimec-MG). A companhia, resultado de uma reestruturação societária finalizada em setembro do ano passado, migrou para o Novo Mercado em abril deste ano. A reunião será na próxima segunda-feira (26/05), às 18h, no Hotel Mercure BH Lourdes, na Avenida do Contorno, 7.315, Lourdes. O evento é gratuito, mas é necessário confirmar presença pelo telefone 31.3213-0693 ou pelo e-mail apimecmg@apimecmg.com.br.

Sobre a Magnesita Refratários S/A - É uma empresa de capital nacional, dedicada à mineração, produção e comercialização de extensa linha de materiais refratários e prestação de serviços correlatos nas áreas de sua especialidade, diretamente ou por intermédio de empresas sob seu controle. A Magnesita possui jazidas minerais em diversas regiões do país, mas é em Brumado, Bahia, onde ocorrem grandes reservas de magnesita e talco, que ela desempenha sua principal atividade de mineradora. Os produtos das usinas de sinterização de Brumado são consumidos pela própria empresa na fabricação de refratários básicos nas unidades fabris de Contagem-MG e São Caetano do Sul-SP, e também por suas controladas RISA (Contagem-MG) e RASA (Argentina).

terça-feira, 20 de maio de 2008

Curso em BH

Para atender os interesses dos belo-horizontinos, a Apimec-MG vai promover o curso "Inteligência Financeira e Maximização Patrimonial", entre os dias 26 e 28 de maio, de 19h às 22h. O objetivo é orientar o participante em seu planejamento financeiro por meio de investimentos "inteligentes". Entre os assuntos a serem abordados estão: orçamento, dívidas, efeito juros compostos, alugar ou comprar um imóvel, quando e como fazer empréstimo e opções de investimentos. Mais informações no portal www.apimecmg.com.br ou pelo telefone 31.3224-8467.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Porto Seguro

Na próxima segunda-feira (19/05), executivos da Porto Seguro S/A tomam café com investidores mineiros em Belo Horizonte, no Hotel Promenade Lourdes (rua Bernardo Guimarães, 2.032), às 8h30. Na ocasião, acionistas da empresa - ou futuros - terão a aportunidade de conhecer melhor o resultado financeiro da empresa e suas estratégias. O econtro é promovido pela Apimec-MG.

Curso em Juiz de Fora

A Associação dos Analistas e Profissionais de Investimentos do Mercado de Capitais de Minas Gerais (Apimec-MG) promove o curso "Introdução ao Mercado de ações", no próximo sábado (17/05/08), em Juiz de Fora. A intenção é passar ao participante os principais conceitos e técnicas que possibilitem um investimento seguro e confiável nas visões de médio e longo prazos.

O curso será ministrado por Vinícius de Castro Scottá dos Passos, mestre em administração, analista de mercado e professor do Centro Universitário Newton Paiva e da Faculdade Pitágoras. Será realizado na Faculdade de Economia e Administração da Universidade Federal de Juiz de Fora, de 8h30 às 18h30. Mais informações pelo telefone 31.3224-8467 ou no site http://www.apimecmg.com.br/.

domingo, 11 de maio de 2008

Souza Cruz

Executivos da Souza Cruz participaram na última sexta-feira de encontro com investidores promovido pela Apimec-MG. Apesar das campanhas contra o fumo dominarem todas as mídias, o desempenho e a perspectiva da empresa são bastante otimistas.

A Souza Cruz, fundada há 105 anos e há mais de 40 com ações negociadas na bolsa, é líder absoluta no mercado brasileiro, com mais de 60% de participação. Vale destacar que o Brasil é o sexto maior mercado de cigarros do mundo, atrás somente dos EUA, Rússia, Japão, Indonésia e Alemanha. Isso sem contar a China, que não é levada em consideração pela indústria de cigarro naquele país representar um monopólio.

No primeiro trimestre de 2008, o resultado financeiro da Souza Cruz foi impactado pelo aumento de preços do cigarro, a elevação do IPI em 30% a partir de julho de 2007 e a redução de um bilhão de cigarros no mercado nacional, segundo o gerente de Relações com Investidores, Paulo Ayres. Com isso, a companhia apurou queda de 2,4% na comparação entre os primeiros trimestres deste e do ano passado, resultado esse que deve ser revertido ao longo do ano. E, mesmo assim, a Souza Cruz vendeu nada menos que 19,4 bilhões de cigarros de janeiro a março.

De 2003 a 2007, o faturamento da Souza Cruz cresceu 58% e o volume produzido 25%. A empresa fechou o último exercício com receita bruta de R$ 9,958 bilhões e volume de vendas de 121 milhões de toneladas de fumo. Ayres ponderou que a companhia pagou R$ 5,1 bilhões somente em impostos indiretos embutidos nos produtos. “A Souza Cruz está entre os 10 maiores contribuintes de tributos do país”, afirmou.

Vale destacar ainda que as ações da Souza Cruz subiram 9,6% do primeiro trimestre de 2007 (R$ 41,50 foi a cotação de fechamento) para o primeiro trimestre de 2008 (R$ 45,49). “O desempenho foi menor que o do Ibovespa, mas superior ao de muitas empresas tradicionais”, afirmou Ayres. Ele achou importante ressaltar que, por outro lado, na mesma base de comparação, o valor negociado passou de R$ 578 milhões para R$ 994,3 milhões, quase atingindo a cifra de R$ 1 bilhão. O valor de mercado da empresa hoje é de R$ 13,9 bilhões.

Se por um lado, as entidades ligadas à saúde abominam a indústria do cigarro, mais de 44 mil produtores de fumo que trabalham para a Souza Curz e suas famílias comemoram o fato do Brasil ser o maior produtor e exportador de fumo do mundo. A Índia, que está em segundo lugar, tem um desempenho menor que a metade da do Brasil. De novo, sem contar a China.

Segundo levantamento da Souza Cruz, a produção de fumo em todo o país envolve 925 mil pessoas, 787 municípios produtores, 183 mil produtores integrados, 361 hectares plantados, 759 toneladas produzidas, R$ 3,3 bilhões de receita aos produtores, 35 mil empregos nas usinas e 4 mil transportadores.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Curso em Uberlândia

Diante do aumento do interesse dos uberlandenses em aplicações na Bolsa de Valores, a Apimec-MG promove o curso “Introdução ao Mercado de ações”, no próximo sábado (10/05/08). A intenção é passar ao participante os principais conceitos e técnicas que possibilitem um investimento seguro e confiável nas visões de médio e longo prazos.

O curso será ministrado por Vinícius de Castro Scottá dos Passos, mestre em administração, analista de mercado e professor do Centro Universitário Newton Paiva e da Faculdade Pitágoras. Será realizado na Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), na avenida Rondon Pacheco, 2.100, Vigilato Pereira, de 8h30 às 18h30. Mais informações pelo telefone 31.3224-8467 ou no site www.apimecmg.com.br.

“Investimento em ações está tornando-se mais popular no Brasil, mas ainda está longe de chegar perto dos padrões de outros país. Fruto do histórico de uma economia instável, a cultura do brasileiro ainda é de que bolsa de valores é um jogo e não uma opção de investimento. É justamente esse mito que queremos quebrar”, afirmou o presidente da Apimec-MG, Paulo Ângelo Carvalho de Souza.

terça-feira, 6 de maio de 2008

Souza Cruz encontra-se com investidores em BH

A Souza Cruz participa de encontro com investidores promovido pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimentos do Mercado de Capitais de Minas Gerais (Apimec-MG) na próxima sexta-feira (09/05). A reunião será às 12h, no Hotel Mercure BH Lourdes, que fica na Avenida do Contorno, 7.315, Lourdes. O evento é gratuito, mas é necessário confirmar presença pelo telefone 31.3213-0693 ou pelo e-mail apimecmg@apimecmg.com.br.

Sobre a Souza Cruz – Líder absoluta no mercado nacional de cigarros, a Souza Cruz é um dos cinco maiores grupos empresariais do Brasil e subsidiária da British American Tobacco, o mais internacional dos grupos de tabaco, com marcas comercializadas em 180 países do mundo. Fundada em 1903, a Souza Cruz atua em todo o ciclo do produto, desde a produção e processamento de fumo até a fabricação e distribuição de cigarros. Sua cadeia produtiva, que tem importante impacto social e econômico, inclusive em Minas Gerais, inclui desde 40 mil produtores agrícolas familiares até mais de 225 mil pontos-de-venda atendidos diretamente pela companhia.

domingo, 27 de abril de 2008

Bolsa Uniforme


Aguinaldo Diniz Filho, diretor-presidente da Cedro & Cachoeira e também presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), disse em primeira mão durante reunião da Apimec-MG com investidores mineiros, que vai propor ao governo federal a adoção do "Bolsa Uniforme". O projeto consiste na doação de roupas e calçados para 50,6 milhões crianças do ensino público em todo o país. "O investimento não é tão significativo, mas o alcance social é enorme", afirmou Diniz Filho.

O executivo admitiu que a iniciativa também seria uma janela de oportunidade para o setor. "Já fizemos o cálculo. Seriam usados 125 milhões de metros de brim, por exemplo. É mais que a produção anual deste tipo de tecido da Cedro & Cachoeira", disse o presidente da Abit, que também é diretor-presidente da Companhia de Fiação e Tecidos Cedro e Cachoeira. Ele estimou ainda que a produção dos uniformes geraria cerca de 425 mil empregos na cadeia têxtil.



Nairo Alméri, do Hoje em Dia, dedicou sua coluna à Cedro & Cachoeira

A palestra da companhia aos investidores mineiros foi promovida na última sexta-feira pela Apimec-MG. José Domingos Furtado, mediador da apresentação, entregou ao presidente da empresa, Aguinaldo Diniz Filho, o "Selo Assiduidade" pelo quinto encontro consecutivo.

Confira a coluna do jornalista Nairo Alméri:

Rota da Cedro para retomar os lucros

Em 2007, a Companhia de Fiação e Tecidos Cedro e Cachoeira ainda continuou no vermelho. Mas teve o mérito de chegar, em 31 de dezembro, com uma redução de 75,3% no prejuízo de 2006 - de R$ 19,8 milhões para R$ 4,9 milhões. A receita líquida da companhia avançou 14,4%, para R$ 352,3 milhões, mas com perdas de 10% nas exportações, de R$ 41,5 milhões.

O diretor-presidente da Cedro, Agnaldo Diniz Filho, prevê que, já neste exercício, voltará a ser lucrativa. Interpretando o sentimento dos dirigentes das empresas representadas pela Associação Brasileira da Indústrias Têxtil e de Confecções (Abit), Diniz Filho disse que "2008 está um ano melhor". A Cedro, com 136 anos de existência, possui quatro fábricas - Sete Lagoas, Caetanópolis e Pirapora.

Para deixar para trás, neste ano, o período dos balanços no vermelho, a Cedro conta, basicamente, com os efeitos positivos de três posturas que começaram a apresentar resultados em 2007. Uma delas - a mais destacada na apresentação e na parte do relatório do balanço reservada ao "desempenho econômico-financeiro" -, é a redução dos estoques. Em 2002, a companhia operava estoques médios para 106 dias de vendas. Baixou para 90 dias, em 2006, e 67, no ano passado. "Estamos com o Sistema Toyota (modelo de gestão do grupo japonês): empresa limpa e a fábrica produzindo só o necessário", diz, confiante, o diretor de Relações com Investidores, Fábio Mascarenhas Alves.

Com menos matérias-primas, insumos e produtos em linha e acabados estocados nas fábricas, a Cedro elevou a sua geração de caixa em 555,6%, em 2007, com resultado de R$ 22,3 milhões. Hoje, diz Fábio Mascarenhas, a empresa tem um ciclo financeiro de 85 dias, o mais baixo desde 2001.

"Nós estávamos errados. Foi feita mudança importante na diretoria, em 2006, e os resultados estão surgindo. O estoque era excessivo", admitiu Diniz Filho. Ele calculou em 31% a redução de capital no fluxo financeiro. Hoje, completou, a companhia, além de fugir da formação de estoques "indevidos", está com a produção muito vinculada às vendas e "acompanhando melhor a tendência do mercado de moda".

1) Dívida menor - A diretoria da Cedro deu à redução do endividamento da companhia o mesmo tratamento vip dispensado ao item estoques. No passado, a empresa aplicou uma redução de 12,7%, para R$ 132,1 milhões. Contribuiu a diminuição de 26%, para R$ 16,9 milhões, na necessidade de investimentos.

2) Perfil melhor - Fábio Mascarenhas apontou, além da redução na dívida líquida, como importante nas perspectivas otimistas da Cedro, a renegociação da dívida - principalmente com BNDES, BDMG e Banco do Brasil -, melhorando o perfil dos vencimentos. Antes da negociação, os compromissos eram de R$ 85,4 milhões - 56,6% do total - para este ano. Após, caíram para R$ 71,8 milhões - 47,1%.

3) Ser a 1ª - Entre as metas da Cedro, para retornar ao clube das empresas lucrativas, está a liderança na fabricação dos brins da linha profissional - uniformes e de segurança. «A Cedro é a segunda e nós queremos passar a Santista (Grupo Camargo Corrêa), que é a primeira». Este tecido, com destaque para o «retardante de chamas» e «arco elétrico» (em teste pela Cemig), tem maior valor agregado - R$ 17 o metro.

4) Servidores - Para crescer nos negócios dos brins profissionais, o presidente da Cedro admite que a companhia aposta, sim, na criação de uniformes para o serviço público.

5) Expansão - Hoje, a capacidade dos brins profissionais nas instalações da Cedro é para 2,4 milhões de metros/mês. De acordo com seu presidente, será aumentada de «forma considerável», sem a necessidade de novos investimentos, em função da flexibilidade implementada no mix de produção. Estes brins respondem por 35% a 36% do faturamento da companhia.

6) Eletricidade - Nos custos operacionais, a Cedro quer avançar na geração própria de energia, chegando a 35% da sua demanda, via expansão na capacidade de sua PCH, de 3 megawatts (MW) para 11 MW. A usina fica no Rio Paraoninha - afluente do Rio Cipó. A Cemig participa dos estudos do projeto, que será direcionado para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), podendo ter até 80% de financiamento do BNDES.

7) Até 2016 - Por enquanto, o diferencial da Cedro, em termos de abastecimento de energia, está no contrato com a Cemig: garantia de abastecimento até 2016, ao preço de R$ 108 a R$ 109 o megawatt/hora, contra R$ 540 para os contratos, em janeiro.

*Acordo - Nas negociações que terão a participação da Abit, amanhã e terça-feira, nos Estados Unidos, com as presenças dos ministros do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, e da Casa Civil, Dilma Rousseff, está a tentativa de retirada de alíquotas de 17% a 22% nos tecidos brasileiros.

*Mercado - A importância que a indústria têxtil nacional dá para um acordo com os EUA é medido pelo valor dessa pauta de importação daquele país: US$ 100 bilhões anuais. O Brasil só participa com US$ 300 milhões - incluindo cama e mesa. A pauta total brasileira, para todos os mercados, em 2007, foi de US$ 2 bilhões.

*Revitalize - No país, para o curto prazo, a Abit espera pela regulamentação da nova Política Industrial, que estenderá o acesso às linhas de crédito do BNDES, no programa «Revitalize», para empresas com faturamento acima de R$ 300 milhões. Esta fonte tem juros subsidiados para capital de giro e fixo, com a possibilidade de um redutor de 20% para credores adimplentes. «(Agora) permite a entrada da Cedro e Cachoeira», comentou seu presidente.